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terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Banco Baú




Quando fizemos nossa cozinha planejada, mandamos fazer também um banco baú para ficar abaixo da janela, pois:

1) espaço para guardar roupa de cama é sempre bom; e 

2) a minha janela da sala é enorme e baixa, e só de imaginar um banco ali para sentar e olhar a vista (que é para o mato haha) já me deixava feliz demais.

Assim, mandamos fazer junto com a cozinha, mas eu não tinha falado dele aqui ainda porque estava esperando colocarmos as almofadas, mas sabe como são as coisas, tem tanta coisa para fazer que foi ficando e só agora compramos as benditinhas e vim mostrar.

Ah.. tem um detalhe: nossa casinha está em obras novamente (é que sentimos saudades #sqn), estamos cobrindo a lavanderia e a garagem, porque o carro estava posando no tempo e a casa estava uma zona com as coisas que deviam estar na lavanderia, sem falar na máquina de lavar que tinha que cobrir com capa cada vez que ameaçava chover.

Aproveitamos a obra e estamos fazendo o reboco dos muros também (era só chapiscado), prometo mostrar fotos logo, logo. Mas voltemos ao banco.

Na época que ele chegou eu já tinha feito fotos, olha só:

Fechado:


Aberto:


Como nada é perfeito, ele veio com um baita risco, mas, dado todo o estresse que tivemos com a cozinha, resolvi nem falar nada, é por dentro, não vai aparecer, ignorarei:



Agora as fotos de agora (com o blackout no fundo já destruído pelo Raj quando ele era filhotinho e dormia na sala (labrador é tudo o que dizem de bagunceiro, acredite) que eu tentei esconder nas fotos, mas não deu (não, ainda não temos cortina, nem sofá, nem um monte de coisas kkk, mas aos poucos vamos arrumando tudo).

Olha como fica o espaço por dentro ocupado:


Cabe muita coisa aí dentro.

Para as almofadas escolhi futons (almofadas de chão), porque ficam mais bonitas, mais harmônicas e acho que mais confortáveis para sentar (são menos macias, mas menos desajeitadas), peguei almofadas diferentes (duas são iguais, mas como todas são dupla face, foi só virar uma), mas todas em diferentes tons de azul. 

As almofadas de perto:


Essa xadrezinha azul (segunda de cima para baixo) e a que parece com azulejos portugueses azuis e amarelos (primeira de baixo para cima) são iguais (dupla face, cada uma virada para um lado).

Gostei do resultado final:


O tamanho ficou ótimo, parece até que fizemos o banco já planejando isso (não fizemos, depois que pensei que podia ter dado bem errado #maissortequejuízo). 

Só que devíamos ter feito o banco mais baixo, ele ficou alto para sentar (os pés não alcançam o chão). Durante a construção eu fiquei com impressão que a janela era super baixa e fiquei com medo de ficar baixo demais, pedi da mesma altura #fail.

Maas, apesar de um ou outro inconveniente, eu gostei muito do meu banco-baú. Acho lindo banco na janela (window seat), ainda mais com esse janelão (horrível para achar cortina e quando acha é muito mais caro #abafa), lindo que ilumina a sala e nos proporciona uma vista que até que não é má (para quem gosta de mato kkk #brinks, eu gosto de olhar as chácaras do outro lado da rua - sim, eu moro de frente para três chácaras e quatro quadras do centro da cidade). 

Para completar as novidades, meus sogros anunciaram que este ano ganharemos um sofá para a nossa sala. Já até decidimos o modelo, assim que pedirmos, comprarmos e ele for montado eu venho mostrar os detalhes, ok?

Ahh e não poderia fechar o post sem nem uma nota sobre que dia é hoje: Hoje é dia do servente de pedreiro mais gato do universo: Aniversário do meu maridinho que está aproveitando as férias do trabalho oficial (ele é professor de informática) para colocar a mão na massa nas obras lá de casa (descansa carregando pedra haha). Parabéns amor da minha vida! Que vivamos muitos e belos anos juntos e Deus o abençoe, que você conquiste tudo o que merece e que fique rico #interesseira haha (L)


;*


Francini Sonsin Aguiar Cervantes


segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Experiência de Leitura: O Ladrão de Raios (Rick Riordan)



Ficha Técnica
Título: O Ladrão de Raios
Série: Percy Jackson e Os Olimpianos (livro um)
Autor: Rick Riordan
Tradução: Ricardo Gouveia
Editora: Intrínseca
Ano: 2009
Edição: 2ª
Páginas: 387



Resumo da história


Primeiro volume da saga Percy Jackson e os olimpianos, O ladrão de raios esteve entre os primeiros lugares na lista das séries mais vendidas do The New York Times. O autor conjuga lendas da mitologia grega com aventuras no século XXI. Nelas, os deuses do Olimpo continuam vivos, ainda se apaixonam por mortais e geram filhos metade deuses, metade humanos, como os heróis da Grécia antiga. Marcados pelo destino, eles dificilmente passam da adolescência. Poucos conseguem descobrir sua identidade. O garoto-problema Percy Jackson é um deles. Tem experiências estranhas em que deuses e monstros mitológicos parecem saltar das páginas dos livros direto para a sua vida. Pior que isso: algumas dessas criaturas estão bastante irritadas. Um artefato precioso foi roubado do Monte Olimpo e Percy é o principal suspeito. Para restaurar a paz, ele e seus amigos - jovens heróis modernos - terão de fazer mais do que capturar o verdadeiro ladrão: precisam elucidar uma traição mais ameaçadora que a fúria dos deuses.
Fonte: Skoob


Experiência de Leitura



Livro no Skoob

Ganhei o primeiro livro da saga de Percy Jackson & Os Olimpianos no meu aniversário deste ano, em fevereiro, da Tarcila (amiga querida, loira e linda que de quando em vez dá as caras aqui no blog).

Enrolei para ler porque é uma saga e estou evitando comprar livros até ler os que eu já tenho e a chance de querer as continuações seria grande. É... vou querer mesmo!

Achei o livro sensacional! Não consigo pensar em outra palavra melhor. É leve, bem juvenil e adolescente, mas é uma delícia, cheio de momentos de suspense e mistério e com muita aventura. 

Mas Frahn, não é muito juvenil? É, aham #amo rs

A leitura é leve, mas te prende e você fica louco para saber o final. Você come, estuda, vai dormir, sempre pensando no que vai acontecer no próximo capítulo. Aventura das boas.

Mesmo sem tempo comecei a ler na sexta-feira e terminei no domingo. 

Eu já tinha visto o filme antes de ler e achei que (apesar de ser muito bom e de seguir a linha de raciocínio do livro) o filme não é totalmente fiel ao livro. Além de maior e mais detalhada, a história do livro é mais complexa e muitas partes são realmente diferentes.

Além disso, apesar de que quando assisti o filme não percebi pontas soltas, quando li o livro volta e meia pensava "ahhh, então é por isso que acontece tal coisa no filme...", ou seja, o livro explica muita coisa que o filme deixa no ar (até pela falta de tempo, o clássico problema das adaptações).

Recomendo sem pensar duas vezes, estou apaixonada. 










;*


Francini Sonsin Aguiar Cervantes.